A tradicional benção da saúde, que acontece todos os anos na memória litúrgica de São Brás no dia 3 de fevereiro, será diferente este ano, não só por seu significado em meio à Pandemia da Covid-19.
A Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu orientações para a realização da “benção da garganta”, respeitando as indicações das autoridades de saúde:
“1. Terminada a homilia, procede-se à Bênção de duas grandes Velas, unidas por uma fita vermelha. Após a oração de Bênção (conforme texto disponível no documento abaixo) e de aspergir as velas sem nada dizer, quem preside, convida as pessoas a se ajoelharem (respeitando aquelas que não puderem realizar esse gesto).
2. Pode-se cantar o refrão: Eu vim para que todos tenham vida, que todos tenham vida plenamente.
3. Em seguida, quem preside ergue as velas em forma de cruz (ou cruzadas), unidas por uma fita vermelha, em direção à Assembleia, e diz uma única vez a oração: “Pela intercessão de São Brás, Bispo e Mártir, Deus vos livre dos males da garganta e de qualquer outra doença. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”. E a Assembleia responde: ‘Amém.’
4. Este ano, portanto, não será realizado o gesto de tocar o pescoço das pessoas com as velas para a bênção.”
As indicações da comissão da CNBB se baseiam nas orientações oferecidas pela Congregação para o Culto Divino, a respeito do rito próprio da Quarta-feira de Cinzas deste ano, que você pode ler clicando aqui.